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| Colaterais Peter Joseph Steiner casou duas vezes. Do primeiro casamento, com Gertrud Kraus, nasceram: Maria Clara Steiner (* 18.02.1846 Waldbreitbach, + 03.05.1846 Waldbreitbach) Hubert Steiner (* 11.06.1847 Waldbreitbach) Max Joseph Steiner (* 19.03.1849 Waldbreitbach, + 19.11.1935 Pinheiral) Margareta Carolina Steiner (* 01.3.1851 Waldbreitbach, + 1950 Braço do Norte) Gertruda Steiner (* 1853 Waldbreitbach, + 21.04.1893 Brusque) menino (natimorto) (* e + 1855 Waldbreitbach) Do segundo casamento vieram os seguintes filhos: Peter Joseph Steiner (* 04.08.1856 Niederbreitbach, + 02.10.1907 Brusque) Sophia Steiner (* 1858 Alemanha, + 06.03.1942 Conchal, SP) Ludovica Steiner (* 1860 Alemanha) Maria Steiner (* 25.04.1865 Teresópolis) Augusta Steiner (* 07.05.1867 Teresópolis/Capivari) Philomena Steiner (* 22.09.1869 Teresópolis/Capivari) Maria Cristina Steiner (* 10.09.1871 Teresópolis/Capivari, + 23.04.1954 São Roque, SP) Carolina se casou com Conrad Speck e foi morar em Pedras Grandes, onde nasceram os filhos Pedro, José, João, Paulo, Berta e Germano. Apesar de ser protestante, o marido permitiu que ela os criasse na religião católica mas, após uma briga com um padre local, proibiu que a mulher e os filhos freqüentassem a Igreja. Em 1916 a família se mudou para Braço do Norte, onde abriu um hotel. Depois de uma série de maus negócios feitos pelo esposo, Carolina assumiu a gerência do hotel e o dirigiu até os 96 anos de idade. Com a morte de Conrad, em 1933, foi morar com o filho José. Carolina era descrita como uma mulher miúda e muito bondosa, com boa saúde. Faleceu aos 99 anos de idade. Com exceção dos filhos mais velhos, Margareta Carolina e Max, que se casaram em Teresópolis, foi em Brusque que os filhos de Peter Joseph cresceram e contraíram matrimônio. A primeira foi Gertruda Steiner, que casou em 1877 com Sebastião Belli, nascido em Skt. Jakobus, no Tirol italiano, filho de Valentin Belli e Josepha Zaeni. Sebatião foi ferreiro de profissão e sempre residiu em Brusque, onde mais tarde se naturalizou brasileiro. Ele e Gertruda tiveram quatro filhos: Franz, Leão, Augusto (faleceu com um ano de idade) e Theodoro. Durante o parto do último filho, em 1893, Gertruda faleceu. Sebastião casou-se posteriormente com Anna Maria Kniess, viúva de Henrique Moritz, e com quem teve apenas um filho, João Belli. Nessa época, o primogênito de Sebastião e Gertruda, Franz Belli, se desentendeu com a madrasta e fugiu de casa aos 12 anos de idade, indo se esconder em Teresópolis. O tio Max, quando soube do fato, foi a cavalo buscá-lo para morar no Capivari. Peter Joseph foi o primeiro e o único filho homem do segundo casamento do patriarca Peter Joseph Steiner. Casou-se em 1884 com Maria Peter, natural de Brusque, filha de Bernardo Peter e Apolônia Heil. Foram lavradores e permaneceram morando em Porto Franco. Peter Joseph ficou mais conhecido pelo seu gosto pela bebida. Sempre que se embriagava repetia em voz alta "Das ist der Steiners Peter: wie mehr er säuft, so fäster steht er!" (Este é o Pedro Steiner: quanto mais se embriaga, mais firme fica). Dito isto, colocava um cipó sobre um tronco de madeira e, com uma única e certeira facada, o repartia em dois no sentido do comprimento. Faleceu aos 52 anos, deixando a viúva e um único filho, Sebatião Steiner, que faleceu na década de 1950 em Blumenau, solteiro e sem deixar descendentes. Ludovica Steiner casou com Theodor Werner em 1883. Theodor nasceu no estado do Baden, sul da Alemanha, filho de Franz Werner e Theresa Bohn, família que fazia parte da terceira leva de imigrantes que chegou a Brusque no ano de 1860. Ludovica e Theodor foram residir no Ribeirão do Ouro, atualmente Botuverá, onde, além de agricultor, tornou-se Inspetor de Quarteirão. Encontrei registro de apenas dois filhos do casal: Pedro José e Thereza. Maria Steiner também se casou em 1883, com Leão Baumgaertner, filho de Luiz Baumgaertner e Veronica Kistner. Encontrei o registro de apenas uma filha do casal, Gertrudes Baumgaertner, nascida em 1890. Em 1887 Augusta Steiner se casou com Francisco Merizio, cujo sobrenome também aparece grafado como Marizio, Marizi, Merizi ou ainda Maricio, natural de Cremona, Itália, filho de José Marizio e Agatha Preciolli. O casal foi morar em Águas Claras, na margem direita do Itajaí-Mirim, dedicando-se à agricultura. Novamente encontrei o registro de nascimento de apenas um filho: Leopoldo Marizi, que faleceu no primeiro ano de vida. Maria Cristina Steiner se casou com João Petermann em 1892, este nascido em Brusque, filho de Francisco José Petermann e Jacobina Weitzel. Residiram em Brusque durante os primeiros anos após o casamento e, em 1899, se mudaram para o estado de São Paulo, onde moraram inicialmente na Rua Albuquerque Lins, na cidade de São Paulo, e depois em Mairinque e São Roque. O casal teve os seguintes filhos: José, Maria Catharina, Eliza, Ana, Teodósia, Leonor, Guilhermina, João Francisco e Mário. Sophia, ou Maria Sophia, se casou com Leopoldo Petermann, irmão de João Petermann. Eles também residiram inicialmente em Brusque, onde nasceram os filhos Francisco José, Afonso, Augusta, Carlos, Clara, Adolpho e Sophia. Depois a família se mudou junto com João e Maria Cristina para o Estado de São Paulo, primeiro para Araras e depois para Conchal, onde se dedicaram à agricultura. A família Petermann faziam parte das 33 famílias que chegaram, numa segunda leva, a Brusque, em 19 de agosto de 1860. Não há registro de casamento da penúltima filha, Philomena Steiner. Também não foram encontradas informações sobre o outro irmão de Max, Hubert Steiner. Existe uma versão de que ele teria se separado da família na chegada ao Brasil. O fato é que, dos três filhos homens de Peter Joseph,
apenas Max deixou descendência que perpetuasse o sobrenome da
família. |
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